Max Verstappen enfrentou um novo revés no GP da Inglaterra de Fórmula 1 ao abandonar a corrida devido a problemas técnicos. Agora, suas chances de permanecer na Red Bull Racing se tornaram ainda mais incertas, já que, segundo seu contrato, ele pode deixar a equipe caso não esteja entre os dois primeiros na classificação até as férias de meio de temporada.
Após o resultado em Silverstone, a posição de Verstappen se tornou inviável. Ele conta com apenas 76 pontos, enquanto George Russell, atual segundo colocado, tem uma vantagem de 75 pontos sobre ele. Restando apenas os GPs da Bélgica e Hungria antes da pausa, o tetracampeão não conseguirá alcançar os líderes nesta etapa.
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O desfecho em Silverstone aumentou a frustração de Verstappen, que havia mostrado um bom desempenho e estava a caminho do pódio quando um problema técnico o forçou a abandonar a corrida, trazendo à tona uma realidade repetida nesta temporada.

Durante a pausa antes dos próximos GPs, Verstappen precisa considerar seu futuro na Red Bull. Embora seu contrato vá até 2028, a cláusula de saída lhe dá condições de deixar a equipe sem aviso prévio até outubro.
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Verstappen ainda tem esperança de melhorias na Red Bull. Se a equipe conseguir avanços significativos, pode não haver motivo para mudar de equipe. Contudo, mesmo com as atualizações, os problemas persistem, como evidenciado por uma largada difícil na corrida Sprint e mais um contratempo em Silverstone.
Se decidir deixar a Red Bull, suas opções são escassas. A Ferrari já tem Charles Leclerc e Lewis Hamilton contratados até 2027, e a Mercedes, com George Russell e Kimi Antonelli, não parece disposta a mudar sua formação atual. A McLaren aparece como uma das poucas alternativas, porém seu CEO, Zak Brown, já declarou que não pretende fazer mudanças na dupla de pilotos que conta com Lando Norris e Oscar Piastri.
