A Racing Bulls entrou confiante na sexta-feira do GP da Hungria de Fórmula 1, com a meta de colocar seus dois carros no Q3. Após um começo desafiador, a equipe viu progresso ao longo do dia, criando uma expectativa otimista para o restante do evento.
O chefe da equipe, Alan Permane, reconheceu que o desempenho no primeiro treino livre (TL1) foi abaixo do esperado, com o carro apresentando dificuldades. Isso levou a equipe a implementar mais ajustes entre as sessões do que o habitual antes do segundo treino livre (TL2).
“O dia não foi fácil comparado às últimas corridas. O carro estava complicado no TL1, exigindo mais mudanças do que normalmente fazemos, mas conseguimos solucionar isso para o TL2”, comentou Permane.
O dirigente enfatizou que o Hungaroring requer um carro bem equilibrado em curvas de média velocidade e boa tração nas últimas seções da pista. Ele também mencionou que uma alteração feita por Liam Lawson em sua última tentativa com pneus macios trouxe melhorias significativas ao desempenho do carro.
“Não é fácil saber exatamente onde estamos em termos de desempenho, mas parece que estamos em uma posição razoável. Vamos afinar alguns detalhes no TL3”, concluiu.

Liam Lawson apresentou um desempenho sólido, terminando o dia em décimo no TL1 e sétimo no TL2, mostrando confiança para a qualificação. Ele destacou a velocidade do carro, mas frisou a dificuldade que a pista impõe na busca por uma volta perfeita.
“Estou confortável após esta sexta-feira em Budapeste. O carro parece rápido, mas é desafiador, então juntar todos os setores pode ser complicado. Vamos trabalhar durante a noite para os ajustes e buscar a melhor chance no Q3”, afirmou.
Arvid Lindblad, que terminou o dia em nono no TL1 e décimo no TL2, também se mostrou otimista. O jovem piloto nota que ainda há espaço para melhorias, porém, reafirmou que a equipe tem um plano claro para o sábado: “Esperávamos que a Audi estivesse à frente neste fim de semana, pois o circuito se adapta bem ao carro deles. Contudo, já fomos competitivos aqui no passado, e se fizermos tudo certo na classificação, o Q3 é uma meta realista”, completou.