EUA e Ucrânia retomam negociações em meio a novas ameaças de Putin

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Metrópoles

Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky

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Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky

Reprodução/Redes sociais

Volodymyr Zelensky

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Volodymyr Zelensky

Gabinete Presidencial da Ucrânia/Divulgação

Pronunciamento de Volodymyr Zelensky

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Pronunciamento de Volodymyr Zelensky

As delegações dos Estados Unidos e da Ucrânia reúnem-se hoje em Miami, dando sequência às críticas negociações de paz que buscam pôr fim à guerra iniciada pela Rússia. As conversas, consideradas essenciais, foram descritas como “construtivas” pelas autoridades ucranianas, com resultados a serem apresentados ao presidente Volodymyr Zelensky ainda nesta sexta-feira.

Novas estratégias em jogo

Em um cenário complexo, o assessor ucraniano Oleksandr Bevz destacou que as discussões estão focadas em “aspectos-chave do processo de paz”. O desfecho dessas falas poderá definir os próximos passos da equipe de negociação de Zelensky, que já se prepara para um possível endurecimento de posição após a recente e tensa reunião entre Vladimir Putin e representações dos EUA. Apesar dos diálogos em Moscou serem considerados “úteis”, pouco se avançou, especialmente com as exigências russas em relação à região de Donbas.

Pressão crescente e posicionamentos firmes

Com a Rússia controlando cerca de 19,2% do território ucraniano, as ameaças de Putin se intensificam. Em nova declaração, o líder russo afirmou que tomará o Donbas “por meios militares ou outros”, a menos que as tropas ucranianas sejam removidas. A resposta de Zelensky foi firme; ele reafirmou que a Ucrânia está preparada para quaisquer desdobramentos, mas ressaltou que não cederá em questões territoriais.

Zelensky continua exigindo clareza sobre as possíveis novas demandas de Putin, enquanto a configuração das negociações — restrita a Estado Unidos e Rússia — levanta preocupações sobre a transparência do processo. Ele advertiu que só aceitará um acordo que assegure uma “paz digna”, com compromissos de segurança e um compromisso mais sério com a adesão à União Europeia.

As pressões estão em alta e o futuro da Ucrânia depende das escolhas que serão feitas nas próximas horas. O que você pensa sobre o andamento dessas negociações? Compartilhe sua opinião!

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