Ex-major detido solicita liberdade por alegar ter “eleitores” de Lula; assista ao vídeo.

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Metrópoles

O ex-major do Exército Ailton Gonçalves Moraes Barros, que foi preso pela Polícia Federal na última sexta-feira (10/4), expressou seu temor por segurança durante audiência de custódia. Ele argumentou que não se sente seguro na unidade prisional de Benfica (RJ), alegando que o local abriga “eleitores” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Motivos da Prisão

Detido por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, Ailton é um dos envolvidos em uma trama golpista que tinha como objetivo desestabilizar o governo atual. Sua prisão, a princípio, deveria ser uma medida de segurança, mas agora se torna um dilema sobre sua proteção no sistema penitenciário.

Risco de Vida no Presídio

Durante a audiência, Ailton mencionou que sua condição de ex-militar é menos relevante do que a sua posição política: “Aqui onde estou, eu corro risco de vida”, disse. Ele fez um pedido urgente ao juiz para ser transferido para Bangu 8, local que acredita ser mais seguro. Ailton foi expulso do Exército e já havia enfrentado agressões anteriores enquanto estava sob prisão preventiva.

Além dele, três outros militares também foram presos em ações relacionadas. A situação levanta questões sobre os direitos dos presos políticos e a proteção necessária para garantir a integridade de quem, como Ailton, está mergulhado em um contexto extremamente conflituoso. Enquanto isso, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro ainda não se pronunciou sobre o caso.

Ailton Gonçalves Moraes Barros

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