A Mercedes apareceu como a equipe mais forte da sexta-feira no GP da Áustria de F1. Kimi Antonelli liderou o TL1 e o TL2 no Red Bull Ring e colocou a equipe alemã como favorita inicial à pole position e à vitória em Spielberg.
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O desempenho chamou atenção tanto em ritmo de volta rápida quanto em simulação de corrida. A Mercedes estreou novas unidades de potência e módulos de bateria, introduzidos como resposta aos problemas de confiabilidade recentes. Segundo Bradley Lord, vice-chefe da equipe, as correções vinham sendo trabalhadas “há bastante tempo”, e os primeiros sinais foram positivos.
Antonelli se adaptou rapidamente ao carro, mas George Russell ainda busca o equilíbrio ideal. Lord explicou que o britânico relatou um comportamento “um pouco sobresterçante em baixa velocidade e um pouco subesterçante em alta velocidade”. Mesmo assim, a Mercedes evita euforia, lembrando que a Ferrari cresceu ao longo do fim de semana em Barcelona até vencer com Lewis Hamilton.
“A nossa suspeita é que ainda não vimos tudo o que eles têm a oferecer neste fim de semana”, afirmou Lord sobre os rivais. “A Red Bull parece em boa forma com sua grande atualização aerodinâmica e, como vimos nas últimas corridas, especialmente nas quentes, a McLaren também está ali. Todos teremos uma luta nas mãos.”

A Ferrari levou uma atualização de unidade de potência para a Áustria, além de esperar ganhos com um novo combustível da Shell, mas não apareceu no topo das sessões. Charles Leclerc admitiu que a equipe não foi tão competitiva quanto gostaria, enquanto Hamilton destacou que pequenas falhas de equilíbrio custam muito tempo no Red Bull Ring.
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Na Red Bull, Max Verstappen e Isack Hadjar perderam tempo no TL1, mas Pierre Wache afirmou que o pacote parece entregar o esperado. A McLaren, por sua vez, desistiu de testar sua asa traseira experimental nesta sexta e seguirá desenvolvendo a peça em Woking antes de levá-la à pista em outro evento.

