“Farei o possível para ajudá-lo”, diz relator de indicação de Messias

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O cenário da política brasileira está em efervescência com a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). Weverton Rocha, relator da indicação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, já está mobilizando esforços para assegurar os votos necessários à aprovação do nome sugerido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em entrevista ao Metrópoles, Rocha destacou que Messias possui todas as credenciais necessárias para ocupar a vaga. Em suas palavras, “Farei o possível para ajudá-lo”. O senador maranhense se comprometeu a apresentar um relatório favorável à indicação na próxima semana, em busca de pelo menos 41 votos dos senadores para garantir a presença de Messias na Suprema Corte.

Entretanto, a jornada de Messias ainda é longa. Antes da sabatina, agendada para o dia 10 de dezembro, sua aprovação na CCJ é crucial, onde precisará do apoio da maioria simples dos membros. Passando por esta etapa, o caminho segue para o plenário, onde a maioria absoluta será necessária para sua confirmação.

As incertezas continuam a pairar sobre a aprovação de Messias. Recentemente, como advogado-geral da União, ele iniciou uma intensa rodada de negociações, conversando com senadores e tentando conquistar seu apoio. Buscando unir forças, Messias se reuniu com líderes do PSD, a segunda maior bancada do Senado, estabelecendo contatos com figuras influentes como Otto Alencar e Eliziane Gama, ambos do partido.

Além disso, na última reunião que teve com o relator na CCJ, discutiram as resistências enfrentadas, especialmente pelos senadores alinhados à direita. Há também uma preocupação devido à falta da mensagem formal de indicação ainda não enviada pelo governo ao Senado.

Apesar da indicação de Messias, o favoritismo em torno do senador Rodrigo Pacheco, presidente anterior do Congresso, se mantém forte entre muitos senadores, inclusive o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Pacheco, que expressou descontentamento com o atual cenário político, anunciou que não pretende disputar as eleições de 2026, embora Lula tenha sugerido que ele considere uma candidatura ao governo de Minas Gerais.

O desfecho desse embate político ainda está por vir. Você acredita que Messias conseguirá conquistar os votos necessários? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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