Na última terça-feira (13/1), o jovem Guilherme da Guerra Domingos, de apenas 24 anos, faleceu tragicamente enquanto trabalhava como salva-vidas no parque aquático Wet’n Wild, em Itupeva, São Paulo. Promovido a líder de salva-vidas em outubro de 2025, ele se afogou durante um mergulho no brinquedo Walter Bomb.
Como a Tragédia Aconteceu
Durante a operação do brinquedo, Guilherme vestia um macacão não regulamentar e entrou na piscina para recuperar uma aliança. Infelizmente, o traje ficou preso no sistema hidráulico, levando à sua morte. O jovem foi resgatado em estado crítico e encaminhado ao hospital, mas não sobreviveu.
Reações e Responsabilidades
O Wet’n Wild confirmou o incidente em nota, informando que a situação foi rapidamente identificada e que procedimentos de resgate foram seguidos. No entanto, o parque enfatizou que a piscina do Walter Bomb não possui ralo, mas sistemas de drenagem laterais. Em resposta à tragédia, as atividades do parque foram suspensas, e a empresa se comprometeu a auxiliar a família de Guilherme.
O caso suscita preocupações sobre a segurança em parques aquáticos, mesmo em instalações com sólida reputação. As certificações de segurança frequentemente não garantem imunidade a fatalidades trágicas. O Wet’n Wild assegurou que seus salva-vidas são bem treinados, mas a ocorrência exige uma reflexão mais profunda sobre protocolos e segurança na operação de atrações desse tipo. O que mais deve ser feito para prevenir tragédias?