
O Governo Federal apresentou na última sexta-feira (29) o Projeto de Lei Orçamentária de 2026, que traz à tona um planejamento financeiro arrojado. Com a previsão de um superávit primário de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), estima-se um saldo positivo de R$ 34,5 bilhões, após descontar R$ 57,8 bilhões em despesas fora da meta. Este resultado está alinhado com o novo arcabouço fiscal, que admite uma margem de tolerância de 0,25 ponto porcentual.
Entretanto, a percepção do mercado é cautelosa. O último relatório Focus, que avalia as expectativas de economistas, já aponta um possível rombo primário de 0,60% do PIB para o próximo ano, muito acima da meta estipulada pelo governo. Essa diferença sugere um cenário econômico desafiador a ser enfrentado.
Em termos numéricos, o PLOA de 2026 prevê uma receita primária total de R$ 3,186 trilhões, enquanto a receita líquida, excluindo transferências, é estimada em R$ 2,577 trilhões. As despesas totais devem alcançar R$ 2,601 trilhões, das quais R$ 2,374 trilhões são consideradas obrigatórias e R$ 227 bilhões, discricionárias.
Esse plano orçamentário precisa ser acompanhado com atenção, pois suas implicações podem afetar diretamente a economia e o bem-estar da população. O que você acha dessas previsões? Compartilhe sua opinião nos comentários!