Ibovespa supera 155 mil e chega ao 11º recorde seguido; dólar cai a R$ 5,30

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Ibovespa

Em uma nova segunda-feira na B3, o clima era de otimismo. O Ibovespa não apenas acompanhou a tendência de outros mercados, como o de Nova York, mas também superou expectativas, alcançando seu 11º fechamento recorde consecutivo, agora aos impressionantes 155 mil pontos. Esse feito se aproxima de uma marca histórica, que remonta a mais de três décadas, quando o índice registrou 15 altas consecutivas durante a implementação do Plano Real.

Os ventos favoráveis não vieram apenas do desempenho interno. A expectativa em relação à solução do shutdown nos Estados Unidos, um impasse que envolve a suspensão de diversas atividades governamentais, criou um apetite renovado por risco global. Isso se refletiu claramente no mercado brasileiro, onde ações de grandes empresas como Vale (com alta de 0,66%) e Petrobras (que subiu 0,88% nas ON e 0,56% nas PN) garantiram um bom início de semana.

O dia foi marcado por um desempenho misto entre os grandes bancos, com o Banco do Brasil registrando uma leve queda de 0,48% em suas ações ON. Por outro lado, instituições como Bradesco brilharam, com um crescimento de 1,56% nas ON e 1,87% nas PN. Entre as ações que mais se destacaram na ponta ganhadora do Ibovespa, Lojas Renner cresceu 3,94%, seguidas por Raízen e Magazine Luiza, com 3,57% e 3,44%, respectivamente. Contudo, nem todos tiveram sucesso, com Azzas, Suzano e Usiminas enfrentando perdas significativas.

No campo cambial, o dólar continuou seu caminho de queda, chegando a flertar com o importante suporte de R$ 5,30. Essa tendência de baixa foi respaldada pela melhora no apetite ao risco, motivada pela possibilidade de um acordo nos Estados Unidos. O real observou uma valorização em relação ao dólar, embora ainda não tenha superado divisas como pesos chileno e colombiano. O fechamento da moeda americana foi registrado a R$ 5,3073, representando uma redução de 0,53%, o menor valor desde 23 de setembro.

Com essa performance robusta, o mercado brasileiro continua a mostrar resiliência e potencial de crescimento. E você, como avalia os movimentos atuais da B3 e do câmbio? Compartilhe suas opiniões conosco e junte-se à discussão!

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