Por causa do atraso de um segundo no encerramento do desfile, a escola de samba Independente Tricolor, ligada à maior torcida organizada do São Paulo Futebol Clube, não conseguiu subir para o Grupo Especial do Carnaval paulistano neste ano.
Como prevê o regulamento, a agremiação foi punida com menos 0,2 ponto porque cruzou o portão de chegada do Sambódromo do Anhembi um segundo após o relógio marcar 1h de desfile — o tempo máximo permitido é de 60 mintos.

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Escola de samba Mancha Verde
Felipe Araújo/Liga-SP
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Escola de samba Camisa 12
Henrique Woody/Liga-SP
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Escola de samba Dom Bosco de Itaquera
Henrique Woody/Liga-SP
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Escola de samba Independente Tricolor
Felipe Araújo/Liga-SP
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Nenê de Vila Matilde
Henrique Woody/Liga-SP
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Escola de samba Pérola Negra
Felipe Araújo/Liga-SP
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Escola de samba Unidos de Vila Maria
Felipe Araújo/Liga-SP
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Escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi
Henrique Woody/Liga-SP
Com essa penalização antes do início da apuração das notas dos jurados, ocorrida na manhã desta terça-feira (17/2), a nota final da Independente Tricolor foi 269,3 pontos.
Neste ano, a escola apresentou o enredo “N’Goma – A primeira festa na manhã do mundo”. Se ela não tivesse sido penalizada, teria somando 269,5 pontos, um décimo a mais do que Pérola Negra e Mancha Verde, que disputaram o segundo lugar.
Ainda pela manhã, a Independente anunciou o desligamento de Douglas Neto da direção de Harmonia, responsável pela organização das alas, do andamento do desfile, e do cumprimento dos quesitos.
A Acadêmicos do Tucuruvi foi a grande campeã do Grupo de Acesso, com 269,9 ponts, e a Pérola Negra ficou em segundo, com 269,4 pontos, desbancando a Mancha Verde pelo critério de desempate. Tucuruvi e Pérola desfilarão no Grupo Especial em 2027.
Já as escolas Nenê da Vila Matilde e Camisa 12 foram rebaixadas para o Grupo de Acesso 2.







