Lula recebe presidente da CCJ do Senado fora da agenda

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O presidente Lula teve uma reunião fora da agenda no final da tarde da segunda-feira (2/2) com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), e com o líder do governo na Casa Alta, senador Jaques Wagner (PT-BA).

Segundo apurou a coluna, o encontro ocorreu no Palácio do Planalto e tratou da crise política que atinge a base do PT na Bahia após o rompimento de Otto com o senador Angelo Coronel, que decidiu deixar o PSD e romper com  PT no estado.

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Metrópoles

Senador Otto Alencar (PSB-BA)

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Senador Otto Alencar (PSB-BA)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

O líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT)

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O líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA)

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Presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA)

Marcos Oliveira/Agência Senado

Lula recebe presidente da CCJ do Senado fora da agenda - imagem 4

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Ainda segundo fontes, a reunião também tratou da indicação do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.

Otto, que estava na Bahia, viajou até a capital federal exclusivamente para o encontro com o chefe do Palácio do Planalto. Ele retornou para seu reduto eleitoral após a reunião.

Entenda a treta do PSD na Bahia

Como a coluna mostrou, após ser rifado da chapa do PT na Bahia, o senador Angelo Coronel decidiu deixar o PSD, partido comandado no estado pelo senador Otto Alencar.

Aliados de longa data, Otto e Coronel romperam depois de Coronel procurar o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para pedir que a legenda deixasse de apoiar o PT na Bahia.

O movimento de Coronel foi avaliado como uma traição por parte dos aliados de Otto. À coluna, o chefe da CCJ chegou a falar em “quebra de confiança”.

“Com a saída de Caiado, ele foi a Kassab pessoalmente para pedir para mudar o rumo do partido. Kassab me ligou e disse que não havia como fazer a mudança sem falar com o partido. Ele tinha me dito que ia para São Paulo para ir no médico. Foi uma quebra de confiança”, disse Otto.

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