Macron se diz ‘bastante positivo’ sobre acordo entre União Europeia e Mercosul, mas mantém cautela

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Emmanuel Macron fala sobre o acordo comercial

Em um momento de crescente expectativa, o presidente francês, Emmanuel Macron, expressou otimismo em relação ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Durante a cúpula que antecede a COP30 em Belém, no Pará, ele afirmou estar ‘bastante positivo’, mas ressaltou a importância de manter a vigilância para proteger os interesses da França. “Estou bastante positivo, mas continuo vigilante”, declarou aos jornalistas.

Macron destacou que o governo francês foi ouvido pela Comissão Europeia, que concordou em fortalecer as cláusulas de salvaguarda. Ele mencionou que a comissão se comprometeu a oferecer apoios adicionais ao setor pecuário e a reforçar as proteções do mercado interno europeu através da união aduaneira. Nas próximas semanas, a Comissão Europeia trabalhará com o Mercosul para garantir que essas cláusulas sejam efetivamente incorporadas ao acordo.

Esse tratado visa liberalizar o comércio entre a União Europeia e países como Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Aprovações anteriores deram passos significativos, mas ainda falta a ratificação dos 27 países-membros. Macron, que tem sido crítico do acordo originalmente proposto, agora vê uma oportunidade de renovação. “Disse desde o início que, na sua forma atual, o acordo não era aceitável. Contudo, se as novas cláusulas forem implementadas corretamente, ele poderá se tornar aceitável”, comentou ele.

Recentemente, após um encontro entre o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o governo brasileiro informou que ambas as partes estão “dispostas a assinar o acordo” na cúpula do Mercosul, que ocorrerá em 20 de dezembro, no Rio de Janeiro. Este é um momento crucial para os laços comerciais entre as duas regiões e um passo significativo nas relações internacionais.

Quais são suas opiniões sobre o acordo entre a União Europeia e o Mercosul? Você acha que as novas cláusulas garantirão uma proteção adequada ao meio ambiente e setores econômicos? Compartilhe seus pensamentos nos comentários!

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