Gerentes de boate em MG são detidos sob suspeita de exploração sexual de adolescentes

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Boate em Campina Verde

Belo Horizonte — Dois gerentes de uma boate foram presos sob a acusação de exploração sexual de adolescentes em Campina Verde, Minas Gerais. A investigação da Polícia Civil, que culminou em ações na última quinta-feira (21/5), revela que duas meninas, de 15 e 16 anos, eram levadas para o local com o propósito de realizar programas sexuais.

Durante a operação Alice, realizada na última quinta-feira, a polícia prendeu um homem de 60 anos e uma mulher de 49, ambos identificados como gerentes do estabelecimento. Uma terceira suspeita, de 39 anos, segue foragida.

De acordo com as investigações, os gerentes e proprietários lucros com a venda de bebidas alcoólicas, programas sexuais e o aluguel de quartos onde as vítimas eram exploradas. Parte dessa arrecadação era repassada às garotas.

A primeira fase da operação ocorreu em março, onde mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Diversos itens foram confiscados, incluindo celulares, computadores e documentos que evidenciam o funcionamento irregular da casa noturna.

Uma realidade hostil: O nome da operação faz alusão à obra “Alice no País das Maravilhas”, simbolizando a situação das vítimas, que se encontravam em um ambiente confuso e perigoso. Essa escolha reforça a gravidade da situação e o apelo por justiça.

Operação Alice

É hora de fazermos ecoar a luta contra essa forma de exploração. A sociedade não pode se calar! O que você pensa sobre esses casos alarmantes de violência contra adolescentes? Deixe seu comentário.

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