Ministro da Fazenda divulga novas subvenções para diesel e GLP, além de incentivo ao setor aéreo

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As tensões globais em torno da guerra no Irã têm gerado repercussões diretas na economia brasileira, especialmente no que diz respeito ao aumento dos preços dos combustíveis. Em resposta, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou um conjunto de medidas econômicas estratégicas, abrangendo subvenções para o óleo diesel e o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), visando atenuar o impacto sobre a população e setores estratégicos.

Subvenções agressivas para o diesel

Um dos pontos centrais da nova política econômica será a subvenção do ICMS sobre a importação de diesel. Isso permitirá uma redução de até R$ 1,17 por litro, com os custos sendo compartilhados entre a União e os Estados. Além disso, uma segunda subvenção garantirá uma economia de R$ 0,80 para os produtores nacionais, uma medida que busca assegurar o abastecimento em todo o território brasileiro.

Durigan destacou que essas ações têm como objetivo garantir a importação e a distribuição do diesel, permitindo que tanto os importadores quanto os produtores nacionais possam operar de maneira competitiva, mitigando assim os efeitos da guerra. Os consumidores também sentirão os benefícios em seus orçamentos, especialmente aqueles que dependem do GLP para o gás de cozinha.

Apoio ao setor aéreo em tempos de crise

Outra iniciativa importante é a criação de linhas de crédito para as companhias aéreas, por meio do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), que oferecerá um suporte financeiro necessário para a recuperação do setor. Além disso, o governo se prepara para zerar o PIS e Cofins sobre o querosene de aviação, aliviando a carga tributária sobre um setor crítico para a mobilidade e o turismo.

Diante das circunstâncias, Durigan afirmou que o governo se mantém vigilante e proativo na implementação dessas políticas, ressaltando que o Brasil está melhor posicionado em relação a outras nações afetadas pela crise. “Estamos fazendo um acompanhamento atento e pronto”, declarou o ministro, refletindo um compromisso do governo com a estabilidade econômica.

Entretanto, vale lembrar que nem todos os Estados se aproximaram dessa nova proposta. Durigan revelou que apenas dois Estados ainda não aderiram à subvenção do óleo diesel, citando problemas políticos internos como a principal barreira. No entanto, ele se mostrou otimista quanto à adesão futura, destacando os esforços positivos e produtivos na comunicação com os governadores.

Com um pacote de R$ 10 bilhões proveniente do Imposto de Exportação, as medidas anunciadas por Durigan pretendem não apenas estabilizar os preços, mas também proteger os mais vulneráveis da sociedade. O governo reafirma seu comprometimento em agir rapidamente e de forma estratégica para mitigar os impactos dessa crise internacional.

O que você acha dessas novas medidas? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe dessa discussão importante para o futuro do Brasil!

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