Em um momento decisivo para a segurança nacional, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, faz um apelo à ação. Ele sugeriu ao deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), relator do PL Antifacção na Câmara, a reanimação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 412/2009, que visa conceder autonomia administrativa, funcional e orçamentária à Polícia Federal (PF).
A proposta, originada antes sob a tutela de Silveira como deputado, não conseguiu avançar na época devido a críticas de entidades do Ministério Público, que viam nela um risco de enfraquecimento do órgão. No entanto, o ministro, que possui um passado como delegado, acredita firmemente que a PEC é essencial para fortalecer a PF e sua capacidade de ação.
“Sugiro ao deputado Derrite: avalie desarquivar a PEC 412 de 2009, da minha autoria como deputado federal, para que a gente possa criar uma polícia cada vez mais forte, uma polícia de estado, dando autonomia funcional e administrativa para a Polícia Federal”, afirma Silveira em um vídeo que viralizou nas redes sociais.
Ele acrescenta que o fortalecimento das instituições policiais é um passo crucial para o combate ao crime organizado e para a proteção das famílias brasileiras, ansiosas por mais segurança e paz em suas vidas.
Defendo que a Câmara dos Deputados avalie desarquivar a PEC 412/2009, de minha autoria, para garantir autonomia à Polícia Federal. Fortalecer nossas instituições é o caminho para enfrentar o crime organizado e levar mais segurança às famílias brasileiras. pic.twitter.com/BC5UX9lauU
— Alexandre Silveira (@asilveiramg) November 14, 2025
O PL Antifacção, impulsionado pelo governo federal, propõe alterações significativas na legislação para aprimorar o combate ao crime organizado. Até agora, Derrite apresentou quatro versões do relatório, mas questões essenciais ainda permanecem sem resolução, gerando insatisfação tanto entre governistas quanto na oposição.
Como resultado, a votação deste projeto crucial foi adiada para a próxima terça-feira, 18 de novembro, deixando o futuro da segurança pública em compasso de espera. Qual deve ser o próximo passo? Sua opinião é fundamental. Compartilhe sua visão nos comentários abaixo!