
O Mirassol confirmou nesta terça-feira a vaga na fase de grupos da Libertadores ao vencer o Vasco por 2 a 0, em São Januário. Com a classificação assegurada, o clube do interior já foca na adaptação às regras da Conmebol para participar da competição continental.
Uma das exigências oficiais é que o elenco masculino só possa competir se o clube também possuir uma equipe feminina. Essa condição é crucial para a participação do Leão Caipira no torneio, segundo as normas da confederação sul-americana.
Segundo o Metrópoles, o Mirassol está montando o time feminino do zero, sem qualquer parceria. A confirmação das jogadoras está prevista para o dia 2 de janeiro, logo após a virada do ano, e a equipe já mira o Campeonato Paulista da categoria em 2026.
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Carlos Eduardo marcando o segundo gol do Mirassol diante do Vasco
Pedro Zacchi/Mirassol
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Jogadores do Mirassol comemorando gol diante do Vasco
Pedro Zacchi/Mirassol
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Elenco do Mirassol comemorando vitória sobre o Vasco
Pedro Zacchi/Mirassol
Aeroporto internacional
Outra questão que o clube precisa resolver é a relação com o aeroporto. A Conmebol exige que o clube participante tenha uma base aérea capaz de receber voos internacionais, a até 150 km do estádio. Como Mirassol fica no interior, não havia pista para voos externos, mas a solução já começou a tomar forma.
O Mirassol confirmou a internacionalização temporária do Aeroporto Eribelto Manoel Reino, em São José do Rio Preto, e informou que os órgãos competentes já foram acionados para viabilizar essa adaptação.
Segundo a ASP, responsável pela administração, o local já atende aos requisitos da Anvisa e da Polícia Federal em relação à infraestrutura, ou seja, não será necessária nenhuma reforma.
E então, você acompanha a jornada do Mirassol rumo à Libertadores e a construção da equipe feminina? Deixe nos comentários suas expectativas e opiniões sobre como esse planejamento pode transformar o clube e a região. Queremos saber a sua visão sobre o desafio e o que espera dessa temporada.


