Morte de sicário de Vorcaro permanece misteriosa, mas PF planeja encerrar investigação ainda este mês

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Belo Horizonte – Após um mês inquietante, a morte de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, o “Sicário” do banqueiro Daniel Vorcaro, permanecem repletas de incertezas.

A família busca respostas para a causa de sua morte, ausente na certidão de óbito, e para o andamento da investigação. A Polícia Federal, que detinha o Sicário quando ele supostamente tentou tirar a própria vida, promete concluir o inquérito nas próximas semanas.

Luiz, ligado a Vorcaro como seu braço direito e responsável por intimidar adversários, foi preso em 4 de março, junto com o banqueiro, durante a operação Compliance Zero. No mesmo dia, relata-se que ele tentou se suicidar usando sua camiseta.

Metrópoles

Daniel Vorcaro

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Daniel Vorcaro

Reprodução/SAP

Luiz Phillipi Mourão, o Sicário, atentou contra a própria vida após ser preso pela PF

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Luiz Phillipi Mourão, o Sicário, atentou contra a própria vida após ser preso pela PF

Reprodução / Redes sociais

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, foi preso com uma pistola calibre .380

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Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, foi preso com uma pistola calibre .380

Reprodução / Redes sociais

Após as tentativas de reanimação de policiais, ele foi internado no Hospital João XXIII em BH, onde faleceu dois dias depois. O inquérito da PF e a perícia do IML ainda não divulgaram resultados.

A prisão possui câmeras e as imagens estão sendo analisadas no inquérito a ser enviado ao STF, que caracteriza o caso como uma tentativa de suicídio, conforme informado pela PF.

A família de Luiz criticou a falta de transparência e o acesso negado às imagens de segurança e informações sobre a causa mortis, segundo nota divulgada por seus advogados.

Conforme reportado pelo Metrópoles, Luiz está enterrado sem identificação no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte.

Falta de Transparência

A cobrança da família recai sobre a divulgação do exame pericial, que deverá esclarecer a causa da morte e os eventos ocorridos nas dependências da PF. A equipe legal apontou que a Prefeitura de Belo Horizonte registrou o sepultamento antes da data oficial de morte.

Um erro no sistema de registros indicou a data de sepultamento como 8 de fevereiro de 2026, embora Luiz tenha falecido em 6 de março de 2026. A certidão de óbito, datada em 7 de março, não traz a causa da morte, apenas a menção de que está “aguardando exames”.

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