“Niño Guerrero”: quem é o líder da facção mais violenta da Venezuela

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Perigoso, temido e foragido, Hector Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, é o fundador da facção criminosa venezuelana Tren de Aragua. Com uma extensa ficha criminal, que inclui homicídios brutais e tráfico de drogas, Guerrero vive em liberdade desde 2018, após escapar da prisão de Tocorón durante uma megaoperação. Ele teria deixado a unidade através de túneis subterrâneos, tornando-se um dos fugitivos mais notórios da região.

Condenado a 17 anos por seus crimes, Guerrero fundou o Tren de Aragua enquanto estava recluso, em 2012. Desde então, a facção cresceu de maneira exponencial, estabelecendo-se rapidamente fora das fronteiras da Venezuela. Aliando-se a gangues menores, o grupo começou a operar internacionalmente em 2018, expandindo suas operações para países como Colômbia, Peru, Chile, e, mais recentemente, Panamá e México. Há relatos de sua presença em cidades dos Estados Unidos e na Espanha.

A Tren de Aragua tornou-se uma organização transnacional, conquistando forças em diversas nações e estabelecendo células em várias regiões ao longo dos anos.

À medida que se expandia, o grupo diversificou suas atividades, envolvendo-se em extorsão, sequestro, tráfico de pessoas para exploração sexual, contrabando e crimes cibernéticos. A brutalidade se tornou sua marca registrada, punindo inimigos e quaisquer transgressores com assassinatos e esquartejamento, uma tática semelhante à usada por facções brasileiras conhecidas.

Em resposta a essa crescente ameaça, os Estados Unidos classificaram a Tren de Aragua como uma “Organização Terrorista Estrangeira”. O então Secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que o governo Trump não permitiria que a facção continuasse a aterrorizar comunidades americanas. A intenção clara era desmantelar essas operações cada vez mais violentas.

Como você vê a ascensão dessas facções e suas implicações? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe suas ideias sobre como combater esse tipo de violência.

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