Segunda fase da operação busca novas provas e pode revelar a participação de outros envolvidos em suposto esquema criminoso.
O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco Sul), deflagrou nesta terça-feira (7) a segunda fase da Operação Parasita, com o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no município de Eunápolis.
A nova etapa da investigação aprofunda a apuração de um suposto esquema de desvio de recursos públicos, fraudes administrativas e irregularidades na gestão de serviços da Saúde. A ordem judicial foi expedida com o objetivo de reunir novos elementos de prova e esclarecer a possível participação de outros envolvidos nas práticas investigadas.
De acordo com o MPBA, a medida foi adotada após o avanço das diligências realizadas na primeira fase da operação, quando também foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além da prisão temporária de um dos principais suspeitos do esquema.
Atendendo a pedido do Ministério Público, o Poder Judiciário ainda autorizou a prorrogação da prisão temporária do acusado, considerando a necessidade de continuidade das investigações e a realização de novas diligências.
As apurações apontam indícios da existência de uma organização voltada à obtenção de vantagens indevidas por meio da utilização irregular de recursos destinados à assistência em saúde, comprometendo a correta aplicação do dinheiro público em serviços essenciais para a população.
Todo o material recolhido durante a operação será submetido à análise técnica pelas equipes do Gaeco Sul, que buscam esclarecer a dinâmica dos fatos, identificar outros possíveis participantes e subsidiar novas medidas judiciais no decorrer da investigação.
A atuação integrada do MPBA, do Gaeco Sul e do Poder Judiciário reforça o compromisso das instituições com o combate à corrupção, a responsabilização dos envolvidos e a proteção dos recursos públicos destinados à sociedade.

