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Mesmo após um ano, ainda há quem não compreenda que seu lugar ostracismo político é consequência direta da perda de poder. Episódios desse lapso — ou abstinência — têm se tornado recorrentes, com ações e palavras expostas no grupo de WhatsApp “Amigos de Itamaraju”, que reúne pessoas ligadas à política local.
Palavras desconexas ecoaram no grupo e serviram como pano de fundo para tentativas de mobilização nos bastidores, provocando desconforto entre os participantes. Mensagens atribuídas ao ex-secretário de Administração da gestão anterior circularam com críticas ao atual cenário político de Itamaraju, carregadas de insinuações e direcionadas a lideranças do campo da direita. Pouco tempo depois, os comentários foram apagados.
Na sequência, surgiram novas mensagens em tom oposto, com elogios e tentativa de alinhamento político. O que chamou atenção é que as manifestações iniciais já haviam sido registradas por integrantes do grupo, gerando constrangimento e levantando questionamentos sobre coerência política e estratégia de articulação.
A estranheza aumenta diante do histórico do ex-secretário, que já havia protagonizado situação semelhante ao tentar ocupar a vaga de vice do atual gestor, sendo afastado e, posteriormente, solicitou o retorno de forma lamentosa.
Os futricos políticos ainda alimentam a QUIMERA de uma divisão da direita, envolvendo o antigo gestor, o atual vice e a base governista, um cenário incomum diante do histórico recente e das últimas aparições públicas do ex-prefeito.
Distante do poder, o ex-secretário tenta novamente construir um novo enredo, talvez em busca de um lugar ao sol na política municipal. No entanto, a política das inverdades tem perdido força: por mais dura que seja, a sociedade prefere a sinceridade, sem obsessões ou mentiras.
Um perfil identificado como “Scorpion Net” passou a reproduzir as falas do ex-secretário, mantendo o tom de ataques e sugerindo possível ação coordenada. Durante a gestão anterior, o ex-secretário acumulou denúncias, escândalos, impopularidade, conflitos internos e tratamento desrespeitoso com servidores. O episódio no WhatsApp apenas trouxe à tona lembranças que muitos não esqueceram.
O caso reforça um alerta cada vez mais presente na política local: em tempos de redes sociais, apagar mensagens não apaga fatos. E, no jogo político, incoerência e contradição costumam ter consequências.