Inclusão e Proteção: palestra em Itamaraju fortalece rede de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes

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Evento reuniu especialistas, educadores e profissionais da saúde para ampliar a conscientização, fortalecer a proteção e promover a inclusão social.

A luta contra o abuso e a violência sexual contra crianças e adolescentes ganhou mais força em Itamaraju durante uma palestra realizada na última terça-feira (26), no auditório da FACISA. O encontro reuniu profissionais da saúde, educadores, especialistas do Direito e representantes da sociedade, numa mobilização voltada à conscientização, orientação e fortalecimento das redes de proteção.

Mais do que apresentar informações técnicas, o evento promoveu reflexões sobre a responsabilidade coletiva de prevenir violações de direitos e garantir um ambiente mais seguro para crianças e adolescentes. A iniciativa destacou a importância do trabalho integrado entre diferentes setores para enfrentar uma das mais graves problemáticas sociais da atualidade.

Entre os destaques da programação esteve a participação de Valdiane Gonçalves e do servidor público Uemerson, que orientaram os participantes sobre técnicas de Libras (Língua Brasileira de Sinais). A ação buscou ampliar a inclusão, garantir o acesso da comunidade surda a conteúdos sensíveis e reforçar a importância da comunicação acessível em atividades sociais e educativas.

A presença da Libras representou um avanço significativo no compromisso com a acessibilidade e a inclusão, permitindo que mais pessoas participassem ativamente de um debate essencial para a construção de uma sociedade mais justa e consciente.

A programação também contou com as contribuições da psicóloga Elisama Almeida e do advogado Guilherme Pereira, que abordaram temas relacionados à prevenção, acolhimento das vítimas e garantia dos direitos das crianças e adolescentes.

Mais do que um momento de aprendizado, o encontro evidenciou que o enfrentamento à violência exige união, empatia e compromisso permanente. A mensagem deixada pelos participantes foi clara: proteger crianças e adolescentes é uma missão coletiva que demanda vigilância, respeito, dignidade e ações concretas capazes de transformar realidades.

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