29 agosto, 2025
sexta-feira, 29 agosto, 2025

“Prisão injusta”, diz defesa de pai de Felipe Anderson, do Palmeiras

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Imagem do caso

A defesa de Sebastião Tomé Gomes, pai do jogador Felipe Anderson, afirmou que sua prisão é “injusta e desnecessária”. Recentemente, Sebastião, de 61 anos, foi condenado a 14 anos de reclusão pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) por um atropelamento fatal ocorrido em janeiro de 2015. Ele foi detido logo após a decisão do tribunal, gerando um intenso debate sobre a legalidade e a necessidade dessa punição.

Para o advogado do réu, o resultado apertado da votação — 4 a 3 — reflete a incerteza em torno da decisão do júri. “Essa dúvida no caso é evidente. A prisão neste momento é desnecessária e injusta, e vamos recorrer para reverter essa situação”, declarou em nota.

“A decisão de ontem (28) bem demonstra a dúvida no caso. Recorreremos aos tribunais para reverter essa decisão”, enfatizou a defesa.

Entenda o que aconteceu: o julgamento resultou na condenação de Sebastião pelas mortes de Bruno Santos da Silva, 30 anos, e Noêmia Caldeira Gomes, de 61 anos. O réu dirigiu seu Fiat Uno em direção a Bruno de forma intencional, gerando um confronto que levou à tragédia. Após colidir com o motociclista, Sebastião invadiu a residência de Noêmia, que dormia e foi fatalmente atingida.

O crime foi instigado por um triângulo amoroso de Sebastião, que culminou em ciúmes e na morte de uma pessoa que nada tinha a ver com a disputa. No passado, ele já havia enfrentado uma condenação em 2023, mas sua defesa conseguiu anular a sentença e um novo júri foi convocado.

Na madrugada do crime, Sebastião, em uma ação premeditada, iniciou uma rixa com Bruno por causa de Salmeriza Alves Pugas, com quem ambos mantinham relacionamentos. Após o atropelamento, Sebastião tentou justificar sua ação como um mero acidente, alegando que a pista terminou abruptamente, mas a gravidade das circunstâncias coloca em questão essa narrativa.

Após ser preso, Sebastião ficou detido por apenas quatro dias e estava em liberdade desde então. A situação levanta uma série de questões sobre justiça, responsabilidade e as complexidades das relações humanas. Qual é a sua opinião sobre este caso? Deixe seus comentários abaixo.

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