Trump chama somalis de ‘lixo’ em discurso anti-imigração

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Durante uma reunião de gabinete, Donald Trump voltou a mirar a Somália, enquanto Minnesota enfrentava um escândalo envolvendo mais de um bilhão de dólares desviado para serviços sociais inexistentes, vinculados a fraudes de moradores de origem somali. Em seu discurso, ele afirmou que os imigrantes somalis não deveriam ser bem‑vindos nos Estados Unidos, sinalizando uma postura mais dura sobre o tema.

O presidente disse que a nação está num ponto de inflexão, com escolhas a fazer entre caminhos opostos. “Poderíamos ir em uma direção ou outra, e iremos na direção errada se continuarmos aceitando lixo em nosso país”, afirmou, insinuando que os somalis não contribuiriam para o progresso americano. Em seguida, ele dirigiu ataques à deputada Ilhan Omar, de origem somali.

Ilhan Omar respondeu, no X, chamando a obsessão de Trump de inquietante e desejando que ele recebesse a ajuda de que necessita desesperadamente.

Na linha de ações, Trump retirou proteções de deportação para somalis que estavam vigentes nos EUA desde 1991, quando a Somália mergulhou em caos e instabilidade política.

Minnesota, estado historicamente democrático com tradição de acolher refugiados, abriga a maior comunidade Somali‑americana no país. Na Somália, cerca de 70% da população vive em pobreza multidimensional, segundo a ONU, em meio a décadas de guerra civil que devastaram o país.

Este momento expõe o duelo entre políticas de fronteira, identidade e as consequências humanas de conflitos prolongados. Comente abaixo: como você enxerga o papel da imigração na política atual e o tom das discussões que surgem nesses momentos de tensão?

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