Em um movimento inesperado, Donald Trump solicitou ao Congresso dos Estados Unidos a aprovação de um radical corte de US$ 4,9 bilhões (aproximadamente R$ 26 bilhões) nas ajudas internacionais. Essa medida não apenas ameaça programas vitais, mas também potencializa a possibilidade de um shutdown do governo federal, que pode ocorrer no final de setembro.
O presidente argumenta que priorizar os interesses americanos é fundamental, conforme declarado em uma carta enviada ao republicano Mike Johnson, presidente da Câmara de Representantes. Essa carta, divulgada pelo escritório de orçamento da Casa Branca, destaca que o corte afetará diretamente o Departamento de Estado e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).
Informações do The New York Post revelam que a maior parte do corte, cerca de US$ 3,2 bilhões, recairá sobre a USAID, um dos pilares da ajuda humanitária global, responsável por iniciativas essenciais em saúde e assistência a emergências em quase 120 países. Desde seu retorno ao cargo, Trump já havia congelado bilhões destinados a essas causas, e a própria USAID foi desmantelada, sendo absorvida pelo Departamento de Estado.
Pesquisas internacionais alertam que a redução drástica das ajudas pode resultar em consequências devastadoras, com previsões apontando para mais de 14 milhões de mortes adicionais até 2030, afetando principalmente a população mais vulnerável, incluindo crianças. O futuro da ajuda internacional pode estar em jogo, e suas consequências serão sentidas em várias partes do mundo.
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