O cenário devastador da comunidade Dique, na Vila Gilda, em Santos, reflete a tragédia que ocorreu recentemente, quando um incêndio violento consumiu cerca de 50 casas. Essa é a maior favela sobre palafitas da América Latina e, tragicamente, já sofreu um incêndio similar há menos de um mês.
Com o desastre, três pessoas foram feridas: duas mulheres precisaram de atendimento devido à inalação de fumaça, enquanto um homem sofreu um traumatismo craniano, atingido por uma viga de madeira. A situação é preocupante, pois, segundo a Defesa Civil, cerca de 100 famílias estão impactadas, mas, felizmente, não houve confirmação de mortes.
Equipes de resgate, incluindo o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil, estão mobilizadas para prestar socorro às vítimas. Em uma resposta rápida, um total de 49 bombeiros e 14 viaturas foram mobilizados para conter as chamas e, neste momento, o fogo foi controlado, entrando na fase de rescaldo.
Veja a extensão da destruição:
Neste contexto caótico, o prefeito Rogério Santos rapidamente se manifestou e entrou em contato com o governador Tarcísio de Freitas, que prometeu enviar dois caminhões da Defesa Civil e um da Assistência Social para dar suporte. Uma mobilização humanitária também está sendo organizada para atender as necessidades imediatas dos afetados.
O incêndio é o segundo grande episódio na mesma comunidade em um curto intervalo. No primeiro, que ocorreu em agosto, o desastre destruiu pelo menos cem moradias e resultou em uma tragédia ainda mais grave, com a morte de uma mulher de 60 anos.
As consequências do incêndio também impactaram os serviços de transporte público, resultando em alterações nas rotas de algumas linhas de ônibus municipais. A cidade agora se une em um esforço para ajudar os desabrigados e curar as feridas deixadas por essa calamidade.
Os desafios são imensos, mas é através do apoio comunitário que a força e a resiliência poderão prevalecer. Como você acredita que pode contribuir para ajudar essas famílias? Compartilhe suas ideias nos comentários!