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Lula reúne ministros e Campos Neto em churrasco em Brasília

Presidente convidou autoridades para confraternização de fim de ano nesta 6ª feira (21.dez), na Granja do Torto

Cerca de 30 autoridades foram à residência não oficial do chefe do Executivo para a confraternização; na imagem, Lula em evento no Planalto Sérgio Lima/Poder360 – 11.nov.2023

Luisa Carvalho 22.dez.2023 (sexta-feira) – 0h24

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu ministros para um churrasco de final de ano na Granja do Torto, em Brasília, nesta 6ª feira (21.dez.2023). Além de nomes do governo, esteve presente também o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Cerca de 30 autoridades foram à residência de veraneio da Presidência da República.

A confraternização é o 2º evento realizado no local neste 3º mandato. Lula e a primeira-dama, Janja da Silva, foram os primeiros a chegar, por volta das 19h25.

Os 2 foram seguido pelos ministros Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social) e General Amaro (Gabinete de Segurança Institucional) e pelo presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social), Aloizio Mercadante. O churrasco teve como atração o trio feminino de forró pé de serra. A ministra Margareth Menezes (Cultura) se juntou ao grupo para cantar uma música em um momento da noite.

Segundo apurou o Poder360, os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), não foram diretamente convidados para o evento. A confraternização seria “uma festa da firma” do governo. Até a noite desta 5ª feira (21.dez), não haviam sido divulgadas fotos do evento.

O ministro Rui Costa (Casa Civil) integra a lista de ausentes. Ele está em licença-paternidade em Salvador. Seu filho mais novo nasceu na última semana na capital baiana. Além dele, Carlos Lupi (Previdência Social), também não compareceu. Lupi está em viagem para a Arábia Saudita, onde assistirá a partida final do Mundial de Clubes da Fifa . Lupe é torcedor do Fluminense.

O Poder360 esteve no local. Conseguiu identificar as seguintes autoridades: 

Márcio Macedo, ministro-chefe da Secretaria Geral; Alexandre Padilha, ministro das Relações Institucionais; Fernando Haddad, ministro da Fazenda; Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento;   Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento Social; Nísia Trindade, ministra da Saúde;  Camilo Santana, ministro da Educação; Margareth Menezes, ministra da Cultura;  Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores; Renan Filho, ministro dos Transportes; Silvio Almeida, ministro dos Direitos Humanos; Cida Gonçalves, ministra das Mulheres; Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial; André de Paula, ministro da Pesca e Aquicultura; Márcio França, ministro do Empreendedorismo;  General Amaro, ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República); Aloizio Mercadante, presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social); Jean Paul Prates, presidente da Petrobras; Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), líder do Governo no Congresso Celso Sabino, ministro do Turismo; Flávio Dino, ministro da Justiça e Segurança Pública e ministro aprovado para o STF; Juscelino Filho, ministro das Comunicações Sonia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas; Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos; Carlos Vieira, presidente da Caixa; André Fufuca, ministro dos Esportes; Geraldo Alckmin, vice-presidente do Brasil; Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário; Marina Silva, ministra do Meio Ambiente; Jorge Messias, Advogado Geral da União. LULA E CAMPOS NETO O presidente do Banco Central permaneceu por cerca de 3 horas na confraternização de Lula. O movimento é de aproximação depois de um histórico permeado por altos e baixos. Mais cedo, Campos Neto disse a jornalistas que manteve uma relação “técnica” com o governo e elogiou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

O BC foi um dos principais alvos de críticas de Lula e aliados do governo em 2023. Até 27 de setembro, data da 1ª reunião entre o presidente da República e da autoridade monetária, Campos Neto havia sido criticado 113 vezes.

O presidente do Banco Central, junto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foram os principais criticados pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann, na Conferência do partido realizada em 8 de dezembro. Em discurso anterior ao de Lula, Gleisi disse que a presidência do BC sabotava o crescimento do país.

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