InícioEditorialPolítica NacionalMandantes do caso Marielle pensaram em matar Freixo, diz Lessa

Mandantes do caso Marielle pensaram em matar Freixo, diz Lessa

Ex-policial militar afirma em delação à PF que a ideia foi abandonada porque seria difícil realizar um ataque contra o então deputado estadual

“O Lessa é um psicopata. É uma pessoa que não tem qualquer respeito à vida”, disse Freixo sobre a delação Sérgio Lima/Poder360 – 5.mar.2020

PODER360 27.mai.2024 (segunda-feira) – 1h57

O ex-policial militar Ronnie Lessa disse em sua delação à Polícia Federal que os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ) cogitaram encomendar a morte do então deputado estadual Marcelo Freixo (Psol-RJ). Segundo ele, a ideia foi abandonada porque um ataque ao político seria de difícil realização.

“Em determinado momento, já em 2017, se eu não me engano, ele veio com um assunto relacionado ao Marcelo Freixo. […] No meio de 20 seguranças, eu acho que não vou ali provocar uma pessoa qualquer, a gente está provocando o Marcelo Freixo. Fui tirando isso da cabeça dele. Aí ele aceitou, não cobrou mais”, declarou Lessa. Trechos da delação foram exibidos no domingo (26.mai.2024) pelo programa Fantástico, da TV Globo. 

Não fica claro a quem Lessa se referia. O ex-policial diz ter sido contratado pelo deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ) e seu irmão, Domingos Brazão, que é conselheiro do TCE-RJ (Tribunal de Contas do Rio de Janeiro) para assassinar Marielle. Ambos estão presos.

O Fantástico afirma que a Polícia Federal comprovou que Lessa fez pesquisas na internet sobre políticos do Psol na época, incluindo Freixo. 

Ao saber de trechos da delação, Freixo definiu Lessa como um “psicopata”. Acusou o ex-policial militar de matar mais pessoas além de Marielle. Hoje, o ex-deputado é presidente da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo).

“O Lessa é um psicopata. É uma pessoa que não tem qualquer respeito à vida. Respeito por ninguém. É um verdadeiro psicopata. Mas quantas pessoas ele matou antes da Marielle? Foram centenas. Todo mundo sabe disso no Rio de Janeiro”, declarou Freixo.

Marielle e o motorista Anderson Gomes foram mortos na noite de 14 de março de 2018. A vereadora havia saído de um encontro no instituto Casa das Pretas, no centro do Rio. O carro em que a vereadora estava foi acompanhado pelos criminosos até o bairro do Estácio, que faz ligação com a zona norte.

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