InícioEditorialPolícia procura por suposta psicóloga, que teria envenenado empresário com brigadeirão

Polícia procura por suposta psicóloga, que teria envenenado empresário com brigadeirão

A psicóloga Júlia Pimenta é procurada pelas autoridades policiais do Rio de Janeiro pela envenenamento do empresário Luís Ormon, no Rio de Janeiro. O caso veio a público na segunda-feira (3) e a investigação da Polícia Civil sugere que o crime foi motivado por questões financeiras, desvendando uma trama de manipulação e exploração da vulnerabilidade emocional da vítima. Pimenta, que também trabalhava como garota de programa, é suspeita de ter pressionado Ormon para que formalizassem uma união estável, com o objetivo de se beneficiar de sua herança. O empresário havia compartilhado com amigos e familiares o seu interesse em formalizar a relação com Pimenta, mas a polícia acredita que a recusa de Ormon em atende à exigência rapidamente levou a acusada a conspirar para o assassinato. A vítima teria sido envenenada por um doce de chocolate chamado brigadeirão. No dia 17 de maio, Luiz Marcelo foi filmado dando um beijo em Júlia no elevador do prédio, segurando o doce. Dias depois, o corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição na sala de casa. O doce teria sido preparado com comprimidos diluídos. Um cartaz foi divulgado pelo serviço Disque Denúncia, incentivando a população a colaborar com informações que possam levar à localização de Pimenta.

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A polícia também apurou que as versões sobre como o casal se conheceu são conflitantes, com relatos de amigos indicando diferentes situações. Uma cabeleireira amiga da vítima afirmou que o relacionamento de Luiz Marcelo com Júlia era complicado, pois ele sabia que ela tinha outro relacionamento. Uma testemunha que conhecia Luiz Marcelo desde a adolescência alertou sobre as intenções do empresário de levar Júlia para morar com ele, apontando que ela não era a pessoa certa devido ao relacionamento com outra pessoa e outras questões. A Justiça decretou a prisão de Júlia. O empresário revelou que a relação com Júlia era esporádica há pelo menos 10 anos, mas tornou-se mais estável desde abril, quando a convidou para morar com ele. Em um áudio, ele mencionou que Júlia estava ansiosa para sacramentar a união, mas ele estava segurando e não pretendia acelerar o processo. Em abril, Luiz Marcelo alterou seu perfil em uma rede social informando que havia se casado, o que gerou alertas de pessoas próximas sobre a relação. Além de Júlia Pimenta, outras pessoas implicadas no caso foram identificadas e estão auxiliando nas investigações. Entre elas, uma cigana que foi detida e um receptador que negociou bens pessoais do empresário após sua morte, incluindo seu carro, computador e celular. Enquanto a busca por Pimenta continua, a polícia se empenha em desvendar completamente as circunstâncias e motivações por trás do assassinato.

Publicado por Heverton Nascimento

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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