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Salvador deve ter céu nublado e chuvas fracas no início de julho

Salvador deve ter predominância de céu nublado e chuvas fracas durante a primeira semana deste mês. Segundo a Defesa Civil (Codesal), a presença de uma massa de ar quente e seca deixará o tempo firme. “Porém a atuação de ventos úmidos provenientes do Oceano Atlântico causará chuvas”, ressalva o órgão. Entre esta terça (4) e a quinta-feira (6), a previsão é que haja céu parcialmente nublado, com chuvas fracas, por vezes moderadas, a qualquer hora do dia. Entre a sexta (7) e o domingo (9), espera-se céu claro a parcialmente nublado, com chuvas fracas e isoladas a qualquer momento. As temperaturas devem variar entre 22 ºC e 29 ºC. Chuvas abaixo do esperado em junho De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a quantidade de chuvas em Salvador no mês passado (206,9 milímetros) ficou 13% abaixo da média prevista para o período (237,6 mm). Já a Codesal indica que o acumulado de chuva foi um pouco menor, 192,4 mm, conforme a estação automática de referência Ondina/Inmet, ou seja, 19% inferior à normal climatológica. Ainda assim, foram registrados acumulados acima de 300 mm/mês em outras localidades monitoradas pela Defesa Civil, como Sussuarana (390,2 mm), Sete de Abril–Bosque Real (354,4 mm) e Pirajá (350,4 mm). Devido a fortes chuvas, houve acionamento da sirene do Sistema de Alerta e Alarme (SAA) instalado na comunidade Sete de Abril–Bosque Real no dia 8. A menor temperatura foi registrada no dia 8: 21,6 ºC; e a maior, no dia 12: 29,4 ºC. A temperatura mínima média foi 23,1 ºC, 1,2 ºC acima da média histórica (21,9 ºC), e a temperatura máxima média foi 27,9 ºC, 0,8 ºC acima da média histórica (27,1 ºC). Balanço da ‘Operação Chuva’ Segundo o balanço final da ‘Operação Chuva 2023’, divulgado nesta segunda-feira (3), não houve registro de morte em decorrência das chuvas entre março e junho. A operação é realizada pela Codesal anualmente, durante esse período, quando há os maiores acumulados de chuvas na capital baiana. No referido intervalo, o órgão realizou 5.651 vistorias de imóveis e de áreas de risco — 1.350, em junho. As maiores demandas no mês passado foram relacionadas a ameaças de deslizamento (378 vistorias); ameaças de desabamento (239 vistorias); árvores ameaçando cair (117); alagamentos de imóveis (112); e orientações técnicas (109).

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