InícioEditorialPolítica NacionalVitória da direita na França só foi adiada, diz Marine Le Pen

Vitória da direita na França só foi adiada, diz Marine Le Pen

Líder do Reagrupamento Nacional reconhece derrota nas eleições legislativas deste domingo (7.jul); esquerda lidera

Marine Le Pen, líder do Reagrupamento Nacional, que deve sair derrotado no 2º turna das eleições legislativas Foto: Reprodução/Twitter/@MLP_officiel

PODER360 7.jul.2024 (domingo) – 17h40

Marine Le Pen, líder do RN (Reagrupamento Nacional), afirmou neste domingo (7.jul.2024), que a vitória da direita na França “está só adiada”. A declaração foi feita depois do fim do 2º turno das eleições para a Assembleia Nacional francesa e das projeções de vitória da esquerda na Casa Baixa do Parlamento.

“A maré está subindo. Não subiu o suficiente desta vez, mas continua a subir, e por isso nossa vitória está só adiada”, declarou Le Pen. De acordo com os dados preliminares, o RN teve um desempenho muito abaixo das expectativas: deve conquistar de 132 a 152 cadeiras dos 577 assentos na Assembleia Nacional.

O número coloca o partido de direita em 3º lugar, atrás da NFP (Nova Frente Popular) e da coalizão centrista do presidente Emmanuel Macron, Juntos. A coligação de esquerda formada às pressas para derrotar o RN deve conquistas até 192 cadeiras, enquanto o grupo do presidente francês, deve eleger de 150 a 170 deputados.

Para alcançar a maioria, são necessários 289 assentos na Assembleia Nacional. As urnas fecharam às 20h (15h no horário de Brasília) deste domingo (7.jul).

Jordan Bardella, que também lidera o RN, era o mais cotado para o cargo de primeiro-ministro em uma eventual vitória do partido na Assembleia Nacional.

O pupilo de Le Pen admitiu a derrota e disse que “extrema-esquerda incendiária não vai levar o país a canto nenhum” e criticou as “alianças não naturais” entre o campo presidencial e a esquerda, que, segundo ele, levaram à derrota do seu partido.

“Infelizmente, a aliança de desonra e os arranjos eleitorais feitos por Emmanuel Macron e Gabriel Attal com a extrema-esquerda privam” os eleitores de um governo do RN, declarou Bardella, se referindo ao chamado “cordão sanitário” formado pela coalizão centrista e da esquerda que incentivam candidaturas menos competitivas a desistir do 2º turno para tentar barrar o avanço da direita.

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