
Na vibrante cidade de São Paulo, mais de mil estudantes de todo o Brasil estão vivendo uma experiência transformadora: a segunda etapa das Paralimpíadas Escolares 2025. Entre eles, 17 talentos baianos se destacam nas modalidades de tênis de mesa, bocha e badminton, competindo até a próxima sexta-feira, dia 28.
No coração dessa competição, que acontece no inovador Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, também estão em disputa natação, voleibol sentado, judô e futebol PC. Este evento é uma realização do Comitê Paralímpico Brasileiro em parceria com o Ministério do Esporte, criando um espaço para o desenvolvimento e a inclusão dos atletas.
Na primeira etapa das competições, realizada no último sábado, a equipe baiana trouxe para casa 13 medalhas, das quais 12 foram no atletismo, marcando um recorde histórico. O joven Tiago Reis, de apenas 14 anos, compartilhou uma visão tocante sobre a importância do evento. “Aqui, todo mundo é deficiente e parece que estamos no mesmo barco. É libertador! Foi maravilhoso participar dessa competição”, disse emocionado, fundamental para motivar novos atletas.
Kethiley Emanuely, uma atleta promissora de 11 anos, também brilhou em sua estreia, conquistando três medalhas de ouro nas corridas de 100m, 60m e 200m. “Representar meu estado é incrível. Volto para casa feliz por minhas conquistas e pela experiência”, exclamou. Sua determinação é um forte exemplo de como essas competições mudam vidas, proporcionando inclusão e oportunidades.
Davy de Jesus, de 13 anos, possui mais experiência, participando de sua quarta edição das Paralimpíadas Escolares. Em sua reflexão, ele destacou: “A cada edição, aprendo e faço novas amizades. Esta foi a melhor para mim, trazendo não apenas medalhas, mas o carinho de novas pessoas.” Com uma medalha de ouro e duas pratas na bagagem, Davy demonstra que o verdadeiro espírito do esporte vai além das conquistas.
A delegação baiana, composta por mais de 40 integrantes sob a liderança do professor Wilson Brito, é um exemplo de união e esforço coletivo. Graças ao apoio do Governo da Bahia, por meio das Secretarias de Educação e de Esporte, esses jovens estão vivendo um sonho ao representarem suas cidades e estados com dignidade e orgulho.
O desempenho individual também é um grande fator de celebração. Kethiley, Kaylana Santana, Davy, e outros atletas se destacaram em suas categorias, mostrando que a garra e a habilidade são ingredientes essenciais em suas trajetórias. Estas vitórias não são apenas conquistas pessoais, mas um marco para todos os envolvidos.
Essa é uma jornada emocionante e inspiradora que vai além das medalhas, transformando não apenas os atletas, mas também a visão da sociedade sobre as capacidades e potencial de cada pessoa. Agora, queremos saber sua opinião! Qual é a sua expectativa para as próximas edições das Paralimpíadas Escolares? Compartilhe seus pensamentos nos comentários!