Operação do PETO flagra extração clandestina de madeira em Prado

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Indivíduos são detidos com caminhão carregado e 53 toras de eucalipto após ação tática na estrada de Corumbau.

Uma ofensiva do PETO (Pelotão de Emprego Tático Operacional) resultou na detenção de oito indivíduos por extração ilegal de madeira, no fim da tarde desta quarta-feira (25), na Fazenda Santa Rita, situada na estrada que liga o município de Prado ao distrito de Corumbau.

Após receberem informações sobre a presença de invasores atuando de forma clandestina na retirada de eucalipto, os policiais militares mobilizaram uma guarnição até a propriedade rural. No local, foi constatada a atividade irregular: diversos indivíduos operavam motosserra e utilizavam veículos para o transporte da madeira já extraída.

Durante a abordagem, um dos envolvidos, identificado como Agnaldo Pereira da Conceição, declarou ser indígena e afirmou possuir autorização para a retirada da madeira. Segundo ele, o sobrinho, conhecido como cacique Capivara, seria o responsável pela comercialização do material, enquanto um homem apelidado de “Duca Bahia” intermediaria a negociação e entrega da carga. As alegações serão apuradas no âmbito do procedimento policial.

A operação resultou na apreensão de 01 motosserra STIHL MS 361, 01 Bolsa com ferramentas de reparo mecânico, 03 aparelhos celulares (Samsung preto, Samsung branco e Redmi), 01 cartão Nubank e 01 cartão SX Visa, 01 caminhão Scania/R113 6×4, 360, placa policial CGR2E81,  53 toras de madeira já preparadas para transporte.

O caminhão estava carregado no momento da abordagem, o que reforça os indícios de crime ambiental em andamento, conforme previsto na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98).

Foram conduzidos à delegacia:

  • Mateus Carmanhanes Endlich e Renato Pereira de Jesus, de Itamaraju;

  • Agnaldo Pereira da Conceição, da Aldeia Alegria Nova, em Prado;

  • Pedro Henrique Rodrigues Ferreira e Luciano da Silva Santos, do bairro Ouro Verde, em Itabela;

  • Wesley Souza dos Santos, Klécio Rocha dos Santos e Wellington de Oliveira Mares, do assentamento Rosinha, em Prado.

Todos os acusados foram encaminhados à 1ª Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas, onde permanecem à disposição da autoridade policial para os procedimentos legais cabíveis.

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