Geraldo Magela/Agência Senado

A sabatina do ministro Jorge Messias no Senado, realizada na quarta-feira (29/4), mobilizou uma série de apoios significativos e um toque especial. Em meio a uma atmosfera de camaradagem, o líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), chegou com a icônica “gravata da sorte”, já utilizada por Lula em momentos cruciais. O uso deste adereço raramente é visto, mas seu simbolismo fala alto em tempos de incerteza.
Wagner, padrinho de Messias e ex-chefe de gabinete de Lula, reforçou as conexões políticas que respaldam o indicado. A gravata, colorida nas nuances da bandeira do Brasil, é uma estratégia visual que potencializa a confiança em um momento decisivo para a aprovação do novo nome para o Supremo Tribunal Federal.
O destaque na sala não se limitou a uma peça de vestuário. Messias chegou ao Senado cercado por uma forte equipe de apoio, que incluía o ministro da Defesa, José Mucio, e outros ex-ministros influentes. O clima era de união e estratégia, refletindo a importância da sabatina para a base governista.
Entre os presentes, ex-ministros e líderes partidários como Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) e Silvio Costa Filho, que reforçaram a aura de apoio sólido. A presença de figuras de destaque como Marcos Pereira, do Republicanos, evidencia a transversalidade das alianças em jogo nesta aprovação crucial.