Ministro Wellington Dias disse à coluna que a redução deverá ser mais tímida neste ano por causa das guerras
Milena TeixeiraRepórter de Milena Teixeira13/06/2026 06:00, atualizado 12/06/2026 21:55
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O governo brasileiro aguarda, nas próximas semanas, a divulgação do novo relatório da Organização das Nações Unidas sobre os indicadores da fome no país.
Como mostrou a coluna, a gestão do presidente Lula tem boa expectativa em relação ao documento e, desta vez, espera reduzir a insegurança alimentar grave para ao menos 1% da população que se encontra nesse grupo.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mexe no celular no Palácio do Planalto
José Cruz/Agência Brasil
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Lula durante reunião ministerial
Reprodução/CanalGov
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Presidente Lula
HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
No último relatório, no ano passado, esse índice havia recuado para menos de 2,5%, o que retirou o país do Mapa da Fome, mecanismo utilizado por agências da ONU para monitorar o acesso da população à alimentação adequada.
O tema é acompanhado de perto pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, comandado por Wellington Dias, que disse à coluna que a “questão da guerra” interfere no esforço global para a redução desses números.
A avaliação dentro do governo é de que os resultados dos últimos três anos poderão reforçar a vitrine social do terceiro mandato de Lula.
A estratégia em discussão prevê a exploração desses números no período pré-eleitoral, com o objetivo de destacar os resultados da atual administração e comparar com gestão do ex-presidente Jair Boslonaro (PL-RJ).


