HGESF promove encontro sobre relações raciais e enfrentamento do racismo institucional nos serviços de saúde

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Na última semana, o auditório do Hospital Geral Ernesto Simões Filho (HGESF) se transformou em um espaço vibrante de reflexão e diálogo. O evento foi uma oportunidade única de discutir as complexas relações raciais e o enfrentamento do racismo institucional nos serviços de saúde, em celebração ao Dia da Consciência Negra, uma data que convoca o Brasil a debater e educar sobre temas cruciais.

Os facilitadores Núbia Ferreira e Ueslei Santana, profissionais do Serviço de Nutrição do HGESF, conduziram a discussão com maestria. Eles exploraram não apenas as raízes históricas e sociais das desigualdades raciais, mas também como estas afetam diretamente a qualidade do cuidado oferecido aos usuários. A intenção era clara: ampliar a compreensão sobre práticas discriminatórias que, muitas vezes, se instalam de maneira naturalizada no sistema de saúde, prejudicando o acesso e a comunicação.

O evento contou com a presença de profissionais de diferentes áreas, incluindo equipes assistenciais e administrativas. Essa diversidade enriqueceu o diálogo, proporcionando um espaço onde dúvidas puderam ser esclarecidas e experiências compartilhadas. Assim, cada participante se viu como parte de uma rede, contribuindo para a análise crítica dos desafios enfrentados diariamente no ambiente hospitalar.

Além disso, a importância de criar ambientes de trabalho sensíveis às questões étnico-raciais foi um ponto central da discussão. Os participantes reconheceram que, para um atendimento mais equânime, é essencial confrontar práticas que impactam negativamente tanto os usuários quanto os trabalhadores. O evento ajudou a refletir sobre como atitudes e relações institucionais moldam a realidade dentro do hospital.

Ao promover esse encontro, o HGESF reafirma seu compromisso em enriquecer a formação contínua de suas equipes, criando espaços de escuta e aprendizado. A reflexão sobre temas fundamentais para a qualificação do cuidado e das relações no serviço público de saúde é um passo vital para a construção de um futuro mais justo e igualitário. E você, o que pensa sobre a importância dessas discussões? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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