Cuba sofre novo apagão, deixando mais de 10 milhões sem luz

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Apagão em Havana

Um novo **apagão** em Cuba afetou mais de 10 milhões de cidadãos nesta segunda-feira (16), conforme anunciado pela **União Nacional Elétrica (UNE)**. Este episódio ocorre em um cenário crítico de **desabastecimento** causado pelo bloqueio de petróleo dos Estados Unidos. A UNE confirmou um colapso total do **Sistema Elétrico Nacional**, iniciando imediatamente protocolos de restabelecimento.

A situação evoluiu rapidamente; uma hora após o primeiro anúncio, a companhia atualizou a população, informando que microsistemas estavam voltando a funcionar em várias partes do país. Contudo, a realidade dos **apagões recorrentes** é alarmante: em março, dois terços de Cuba, incluindo a capital, já haviam enfrentado um colapso elétrico devido à fragilidade da rede.

Crise Energética em Cuba

Com uma infraestrutura elétrica envelhecida e escassez de combustível, os cortes de energia tornaram-se uma triste rotina na vida dos cubanos. Desde 2024, a ilha de 9,6 milhões de habitantes viveu cinco apagões generalizados. A situação piora com os cortes diários programados que podem ultrapassar 15 horas. Nas províncias, os usuários enfrentam períodos de desligamento que chegam a um dia inteiro.

Negociações Inteligentes ou Promessas Vazias?

Em meio a essa crise de energia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Cuba está buscando um acordo com seu país. As falas otimistas sobre negociações levantam questões: serão apenas promessas vazias ou há um verdadeiro caminho para a resolução dos conflitos? Trump mencionou que as conversas estão em andamento, embora Cuba tenha negado anteriormente qualquer contato.

A pressão continua crescente, já que desde janeiro Washington impôs um embargo energético com a justificativa de que Cuba representa uma “ameaça excepcional” à segurança nacional dos EUA. Essa dinâmica promete marcar um futuro conturbado para a ilha caribenha.

Diante desse quadro alarmante, como a população cubana deve reagir? Será que novos acordos realmente trarão mudanças ou só aumentarão as frustrações? Compartilhe suas opiniões!

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