Diretor do Denarc representa a Polícia Civil da Bahia em encontro nacional sobre combate ao crime organizado

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Publicado: 27/06/2026 Última atualização: 28/06/2026 às 09:14

ASCOM PC

A Polícia Civil da Bahia, por meio do diretor do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), delegado Ernandes Júnior, participou do 1º Encontro Nacional da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Renoe) e da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento ao Narcotráfico (Renarc), realizado em Brasília, entre os dias 24 e 26 de junho.

O encontro reuniu diretores e chefes de investigação dos Departamentos Especializados de Investigação e Repressão ao Narcotráfico das Polícias Civis dos 26 estados e do Distrito Federal, além de representantes das Polícias Militares, com o objetivo de fortalecer a integração entre as forças de segurança no enfrentamento ao crime organizado e ao narcotráfico.

Além de representar a instituição, o delegado Ernandes Júnior participou da programação como palestrante, apresentando o tema “Ferramentas Tecnológicas como Instrumento de Integração Operacional no Enfrentamento ao Crime Organizado”.  Também representou a Polícia Civil da Bahia no encontro o chefe de investigação do Denarc, investigador Alessandro Pereira.

Durante a exposição, foram compartilhadas experiências desenvolvidas pela Polícia Civil da Bahia na utilização de soluções tecnológicas voltadas à produção de inteligência, à integração entre forças de segurança e ao aprimoramento das investigações contra organizações criminosas.

Atuação

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Renarc, que busca integrar as Polícias Civis de todos os estados brasileiros no combate ao narcotráfico, contabiliza mais de cinco mil prisões e centenas de toneladas de drogas apreendidas, com prejuízo estimado em mais de R$ 2 bilhões ao crime organizado.

Já a Renoe, que fortalece o enfrentamento ao crime organizado por meio da integração das unidades especializadas das Polícias Militares, apresentou, de acordo com o MJSP, resultados que indicam prejuízo superior a R$ 1,6 bilhão aos grupos criminosos, além da apreensão de 721 armas de fogo e toneladas de drogas.

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