O embates legais entre marcas no setor de resorts está esquentando. Paulo Humberto Barbosa, advogado que adquiriu o Tayayá Resort em Ribeirão Claro (PR), move um processo contra o Tayayá Porto Rico Residence & Resort, um novo projeto de luxo próximo a Porto Rico, Paraná. Este novo empreendimento ganhou notoriedade não apenas pelo seu potencial, mas pela polêmica que o envolve.
**A Polêmica da Marca**
Barbosa alega que a utilização do nome Tayayá por parte do novo resort é indevida, uma vez que houve mudanças na estrutura societária que afastaram a validade da autorização anterior concedida a uma holding relacionada à família do ministro Dias Toffoli. O novo resort, que já vendeu cotas que somam R$ 220,2 milhões, tem participação de empresas que estavam vinculadas ao empreendimento original.
“A utilização da marca ‘TAYAYÁ’ sem respaldo contratual é uma clara contrafação”, afirmam os advogados de Barbosa. Eles ressaltam que tal apropriação do prestígio da marca é uma violação aos princípios de concorrência leal. Em contrapartida, a defesa do Tayayá Porto Rico garante que a adoção do nome foi legitimada por um contrato formal.
**Luxo e Controvérsias em Alta**
O Tayayá Porto Rico Residence & Resort promete ser um empreendimento ainda mais opulento, com 220 apartamentos e 338 lotes, oferecendo atrações como piscinas com borda infinita, spa e um restaurante internacional. “Imagine um cenário paradisíaco, com praias de areia branca e águas cristalinas”, promete a divulgação. Contudo, o futuro deste projeto de grande investimento fica em dúvida no meio da controvérsia sobre a marca.
Estabelecer um resort em uma localização como São Pedro do Paraná, apelidada de “Miami do Paraná”, não é apenas uma questão de luxo, mas também de legalidade. As implicações desse processo destacam a importância da ética nos negócios e geram um alerta para todos os envolvidos no mercado de empreendimentos turísticos.
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A questão agora permanece no ar: quem realmente detém os direitos da marca Tayayá? Essa disputa não só afeta os envolvidos, mas pode reverberar por todo o setor e influenciar a percepção do consumidor. Estaria você disposto a investir em um empreendimento que carrega controvérsias desse porte? Deixe sua opinião nos comentários.