É urgente BC entender que corte de juros,é necessário, diz Marinho após Caged

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Luiz Marinho,. ministro de Lula, de óculos e roupa social

O cenário econômico brasileiro, especialmente em tempos desafiadores, exige não apenas análise, mas também ação decisiva. Nesta quinta-feira, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, fez um apelo contundente ao Banco Central (BC) para que reavalie a atual taxa básica de juros, a Selic, que se mantém elevada em 15,0%. “A inércia pode levar a um cenário de estagnação ou até decréscimo real”, alertou Marinho, ao revelar a ligação direta entre a taxa de juros e o desempenho do emprego.

Os números falam por si: em outubro, foram gerados apenas 85.147 novos empregos formais, um resultado abaixo da expectativa do mercado, que previa 120.000 novas vagas. “É um momento crítico. O Banco Central precisa monitorar suas estratégias em relação às taxas de juros. Muitos acreditam que essa rigidez está sufocando o ritmo dos investimentos”, enfatizou o ministro durante coletiva.

Desde maio, Marinho vem destacando os sinais de desaceleração econômica, sugerindo que o BC precisa se preparar para um 2026 mais próspero. Ele propõe que, além do aumento real do salário mínimo e da ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR), é essencial um aporte do Banco Central. “Liberar investimentos é fundamental para aumentar a capacidade de produção do País e controlar a inflação de maneira eficaz”, afirmou.

A mensagem de Marinho é clara: a combinação de uma política monetária mais flexível com medidas que visam a proteção do trabalhador pode ser a fórmula para um crescimento sustentável e saudável. “Espero que especialistas possam ajudar o Banco Central a tomar decisões certeiras para entregar resultados positivos à população”, concluiu.

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