
A Prio anunciou um **prejuízo líquido** de US$ 185 milhões no quarto trimestre de 2025, excluindo a norma IFRS-16, conforme revelou seu balanço nesta terça. Este resultado negativo reflete um aumento significativo na depreciação e amortização, além de ajustes na base tributável decorrentes da valorização do real frente ao dólar. Tais fatores impactaram diretamente os valores dos ativos imobilizados e intangíveis.
Desempenho Operacional e Produção Aumenta
Apesar do prejuízo, o resultado operacional da petroleira, medido pelo Ebitda, alcançou US$ 324,2 milhões, representando uma alta de 7% em relação ao ano anterior. Contudo, a margem Ebitda caiu 7 pontos percentuais, situando-se em 55%. Este desempenho evidencia um contraste marcante, onde a empresa, mesmo em um cenário adverso, consegue elevar seu resultado operacional.
Notoriamente, a produção da Prio cresceu 46% no quarto trimestre comparado a 2024, devido à aquisição de uma participação adicional de 40% no campo de Peregrino, concluída em novembro de 2025. Este movimento acrescentou cerca de 40 mil barris por dia à produção, mostrando uma estratégia agressiva para expandir seus ativos e minimizar a volatilidade do mercado.
O que esperar do futuro
À medida que a Prio navega por estas águas turbulentas, será essencial observar suas estratégias para equilibrar os resultados e maximizar a produção de forma eficiente. O quarteto impacto de prejuízos e aumento na produção sugere que a empresa pode estar em uma encruzilhada, buscando se afirmar em um mercado competitivo.
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