Santander atualiza previsões para o setor elétrico, destaca Engie e seleciona Axia como preferida

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O Santader fez uma revisão crucial em suas projeções para o setor energético brasileiro, abrangendo empresas como Axia Energia, Engie e Auren Energia. Essa análise, que considera os resultados do quarto trimestre de 2025 e novos parâmetros regulatórios, trouxe à tona algumas surpresas que vão impactar o mercado.

Novas Perspectivas e O Que Esperar da Axia Energia

Dentre as novas diretrizes, destaca-se a atualização da curva de preços. Embora o Santander preveja preços mais baixos em 2026 e 2027, devido a melhores expectativas nas condições hidrológicas, a previsão para 2028 e anos posteriores foi elevada. A Axia Energia se tornou a “queridinha” dos analistas, destacando-se pela sua forte presença em ativos hidrelétricos não contratados.

“Acreditamos que essa característica da Axia é uma grande vantagem em um contexto de custos marginais de expansão” – afirmam os analistas. A recomendação de compra foi reforçada, com o preço-alvo ajustado de R$ 65,46 para R$ 68,92. As expectativas são de uma distribuição de caixa robusta, com dividendos que podem alcançar 23,9% entre 2026 e 2028.

Engie e Auren Energia: Cautela e Desafios

Para a Engie, a recomendação foi aumentada de venda para neutra, refletindo uma visão mais otimista após a realização de leilões de transmissão bem-sucedidos. Contudo, o Santander avisa sobre um pesado plano de expansão que pode impactar seu equilíbrio financeiro no curto prazo. A previsão é de alta alavancagem, especialmente com um pico de Dívida Líquida/EBITDA de 3,7x em 2026.

Já para a Auren Energia, a recomendação se manteve neutra, com preço-alvo ligeiramente ajustado. A instituição reconhece o sólido histórico da empresa, mas alerta para a elevada alavancagem e incertezas em relação à geração de energia, principalmente em relação às condições climáticas adversas que afetam suas plantas solares e eólicas.

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A recente mudança no cálculo do preço da energia, com a implementação do modelo Newave Híbrido, também foi um ponto crucial. Essa alteração trouxe uma abordagem mais detalhada na avaliação dos reservatórios, priorizando a segurança em detrimento de preços baixos. Essa combinação resultou em uma volatilidade maior nos preços, que se elevaram além do esperado, uma realidade que pode refletir em projeções futuras.

Com todas essas mudanças, fica a pergunta: como investidores devem se posicionar diante desse novo cenário? É hora de debater e tirar suas conclusões. Deixe seus comentários e compartilhe sua perspectiva sobre o futuro do setor energético!

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