
Em entrevista recente, a apresentadora Adriane Galisteu, que viveu um intenso romance com Ayrton Senna entre 1993 e 1994, compartilhou suas memórias e os bens deixados pelo piloto icônico. Entre os itens que a fazem recordar do grande amor, ela revelou que o simbolismo vai além do valor material, marcando um elo importante em sua vida.
Adriane enfatizou que, apesar de ter sido rotulada como “interesseira” por conta de sua relação com Senna, ela nunca recebeu bens dele após sua morte. Os objetos que conserva foram todos presentes dados em vida, refletindo a conexão que compartilharam.
“Em termos de bens materiais, o que ficou para mim foi um Fiat Uno, esses óculos que eu carrego para todo lugar, uma escova de dentes e um pijama. Foi o que ele me deixou”, explicou à equipe do site Notícias da TV.
O Fiat Uno Mille Electronic de 1993, um presente especial, se transformou em um verdadeiro objeto de desejo entre colecionadores. Avaliado atualmente em cerca de R$ 6 mil no mercado, para Adriane, ele é muito mais que um carro; é uma cápsula do tempo que representa o amor que viveram.
Com o veículo “impecável” guardado na garagem, Galisteu declarou ter recebido uma proposta de R$ 200 mil, mas recusou a venda, reconhecendo o valor emocional que o carro representa. “Era o sonho de qualquer menina da minha época, que era de classe média baixa. Para mim, era um carro muito inalcançável”, recordou ela, detalhando um momento que a tocou profundamente: “Ele ficou me olhando e disse: ‘Que carro você quer?’”
“Tinha um cartão do Banco Nacional, era uma conta que ele abriu para mim. Quando liguei, não tinha mais o cartão”, revelou no documentário Meu Ayrton, da HBO Max. “Pensava: ‘Ah, esse dinheiro nunca foi meu, né?’”
Adriane Galisteu, através de suas lembranças e do que lhe foi deixado, nos presenteia com uma narrativa de amor, simplicidade e lealdade, repleta de nostalgia e simbolismo. O que você acha dessa história de amor que perdura através dos anos? Compartilhe suas opiniões nos comentários!