Uma nova petição no Supremo Tribunal Federal (STF) ampliou o escopo de um caso polêmico, envolvendo figuras renomadas como Lula, Bolsonaro e até o papa Leão XIV, em um suposto esquema de clonagem de DNA. O advogado Kelmo Martins Bandeira incluiu mais 18 réus, entre eles Mark Zuckerberg e Bill Gates, chamando o grupo de “Judas Escariotes”, porém sem apresentar provas concretas que sustentem suas alegações.
O pedido foi feito ao ministro Edson Fachin, que preside o STF. O advogado alega que uma organização ilícita estaria atuando em clonagens e alterações genéticas, envolvendo até celebridades e familiares do ex-presidente americano Joe Biden. Além disso, o advogado solicita indenizações mensais que somam altos valores, como R$ 20 mil de Lula e Bolsonaro, e 2% do faturamento de empresas como Meta e Microsoft.
Bandeira não trouxe evidências científicas que sustentem sua narrativa, apenas afirmações sobre um suposto grupo clandestino que, segundo ele, mantém pessoas em cativeiro. A lista de pessoas supostamente afetadas pelo esquema inclui artistas e atletas famosos, sem qualquer comprovação de que esses eventos ocorreram.
Dentre as vítimas propostas da organização “666”, estão cantores como Tatau e Claudia Leitte, além de ícones do futebol como Neymar e Ronaldo Fenômeno. A alegação é de que essas pessoas teriam sua genética clonada, com outras tomando suas identidades.
A petição menciona, ainda, que a cantora Marília Mendonça poderia estar viva, e que a pessoa falecida em um acidente aéreo seria um clone. Tais alegações revelam uma narrativa que desafia a lógica e carece de fundamento. O próprio texto sugere que facções criminosas estariam por trás do esquema.
No entanto, o sistema de Justiça brasileiro não é obrigado a dar seguimento a processos evidentemente absurdos. O ministro pode declarar a ação como inepta desde o início. A possibilidade de sanções por litigância de má-fé também existe, visando punir aqueles que utilizam o Judiciário de forma abusiva ou sem respaldo probatório.
Atentar para a natureza dessas alegações é crucial, pois questiona a credibilidade de ações como essa no STF. Unir figuras de destaque em um enredo de clonagem sem provas concretas coloca em xeque a responsabilidade no uso da justiça. O que você pensa sobre essas acusações? Compartilhe sua opinião nos comentários!