A Justiça dos Estados Unidos rejeitou 10 das 13 acusações movidas por Blake Lively contra Justin Baldoni. O caso ganhou repercussão após o lançamento do filme É Assim que Acaba (2024) e teve nova atualização nesta quinta-feira (2/4).
Na ação, a atriz acusa o diretor e colega de elenco de assédio sexual no set, com comentários indesejados sobre aparência e peso. O juiz Lewis Liman descartou as acusações de assédio, difamação e conspiração.

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Blake Lively comparece à estreia de É Assim Que Acaba em 06 de agosto de 2024 na cidade de Nova York.
Cindy Ord/Getty Images
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A tensão foi tão alta que Blake e Justin não promoveram o filme juntos, chegaram separadamente à estreia e foram mantidos em espaços diferentes
John Nacion/Variety via Getty Images; Cindy Ord/Getty Images
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Blake Lively em É Assim que Acaba
Sony Pictures/Divulgação
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Jose Perez/Bauer-Griffin/GC Images via Getty Images
Por outro lado, foram mantidas as denúnicias de quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação. O julgamento está previsto para maio. As partes participaram de uma mediação em fevereiro, mas não houve acordo.
Lively também afirmou que Baldoni teria contratado assessores para retaliar contra ela, com a disseminação de conteúdos negativos online. O juiz entendeu que duas dessas acusações devem ser analisadas por um júri.
A defesa de Baldoni sustenta que as acusações foram exageradas e teriam como objetivo assumir o controle do filme. O cineasta também moveu ações contra Lively e contra o jornal The New York Times, mas ambas foram rejeitadas.
O lançamento de É Assim que Acaba foi marcado por rumores de desentendimento entre os protagonistas, o que resultou na disputa judicial. Ainda assim, o filme, que aborda violência doméstica, arrecadou US$ 350 milhões no mundo e foi um dos sucessos de 2024.



