Credores da Fictor relatam dificuldades financeiras e afirmam não ter valores a receber

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O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) ordenou que a Fictor apresente, em um prazo de cinco dias, uma nova lista de credores. A razão para essa decisão é, no mínimo, alarmante: as empresas que a Fictor alega serem suas maiores credoras negaram ter qualquer valor a receber do grupo. Isso levanta sérias suspeitas sobre a veracidade das informações apresentadas.

Um Cenário de Divergências

No pedido de recuperação judicial, a Fictor declarou uma dívida colossal de R$ 4,3 bilhões, mencionando instituições renomadas como American Express e Sefer Investimentos, totalizando mais de R$ 1 bilhão. Contudo, ambas as empresas afirmaram não reconhecer essas dívidas, gerando um clima de incerteza. A American Express, por exemplo, desmentiu a alegação de que deveria R$ 893,2 milhões à Fictor, ressaltando que um documento judicial protocolado erroneamente listou uma de suas entidades como credora.

Dívidas Questionadas

A situação se complica ainda mais com a Sefer Investimentos, que se declarou não credora da Fictor, afirmando que apenas atua como gestora para clientes terceiros. Tal declaração é especialmente relevante, pois a Sefer é alvo da 2ª fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, a qual já resultou na prisão dos dirigentes do Banco Master, um dia após a Fictor anunciar a aquisição do banco.

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Diante dessas contradições, a credibilidade da Fictor está em xeque, e é crucial que os detalhes dessa situação sejam esclarecidos rapidamente. Como contribuinte e interessado no mercado financeiro, o que você pensa sobre esse cenário? Acompanhe e compartilhe suas opiniões.

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