O corpo de Dheorge Pereira Bernardino, de 28 anos, que desapareceu após sair para um passeio de moto aquática em Ilhabela, no litoral de São Paulo, há mais de uma semana, foi encontrado pelo Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) na manhã desta segunda-feira (1°/6).
A informação da morte foi confirmada pela irmã de Dheorge, Lorrane, em suas redes sociais. Ainda não há informações sobre o local em que o corpo foi encontrado.

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As buscas por Dheorge entraram no 6º dia nesta sexta (29/5)
Divulgação/GBmar
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Mulher que ficou à deriva em alto-mar
Reprodução/TV Bandeirantes
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Bruna Damaris recebeu alta na tarde de quinta-feira (28/5)
Reprodução/Redes Sociais
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Ela afirmou que ficou com Dheorge o tempo todo até a madrugada de terça (26/5).
Divulgação/GBmar
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A auxiliar de enfermagem Bruna Damaris Sant’Anna da Silva, 26, foi encontrada com vida depois de passar mais de 40 horas em alto-mar
Reprodução/TV Vanguarda
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Ela afirmou que ainda não teve oportunidade de conversar com a família de Dheorge Bernardino, que segue desaparecido
Reprodução/TV Vanguarda
O GBMar já havia comunicado o encontro de um corpo na manhã desta segunda (1°/6). Na manhã desse domingo (31/5), o GBMar já havia estendido a operação de buscas pelo homem desaparecido, com três embarcações, dois botes e uma lancha, e oito militares empenhados. A Marinha do Brasil também atuava com duas embarcações tripuladas por sete agentes, além do apoio de uma aeronave.
Desaparecimento
Dheorge e a colega Bruna Damaris desapareceram no final da tarde do último domingo (24/5). A mulher foi resgatada na terça-feira (26/5) após quase 48 horas à deriva em alto-mar.
Bruna se pronunciou em seu perfil do Instagram na tarde de sexta-feira (29/5). Ela disse que já esclareceu os fatos em depoimento à polícia e que ainda não teve oportunidade de conversar com a família de Dheorge.
Bruna afirmou que ela e Dheorge se conheceram na lancha em que estavam antes de saírem para o passeio e que quem estava na embarcação viu o momento em que os dois deixaram o veículo juntos.
A mulher, de 26 anos, também disse que a moto aquática começou a afundar depois que foi invadida pela água. “Era impossível ficar segurando. A correnteza estava forte e levando a gente para o mar aberto”, contou Bruna.





