
No brilho das passarelas do Miss Universo 2025, um novo escândalo ofusca a coroa da vencedora, Fátima Bosch, do México. A elegância do evento dá lugar a uma questão perturbadora: Raúl Rocha Cantú, presidente do concurso, agora se vê no epicentro de uma investigação do Ministério Público Federal do México. As acusações são graves, envolvendo um suposto esquema internacional de tráfico de drogas, armas e combustível.


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A mexicana Fátima Bosch Fernández, aclamada como Miss Universo de 2025, teve sua vitória marcada por controvérsias. O evento, que deveria ser um marco de celebração, rapidamente se transforma em um campo de batalha de acusações.
Reprodução/facebook Miss Universe
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A polêmica envolvendo a coroação de Fátima Bosch não se limita apenas a críticas. Natalie Glebova, ex-Miss Canadá e jurada do concurso, levantou dúvidas sobre a legitimidade do resultado. Complicando ainda mais a situação, outro jurado, Omar Harfouch, renunciou antes da final, alegando fraude e sugerindo um favoritismo inexplicável devido à ligação de Rocha com a família da vencedora.
Mohan Raj/Getty Images
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O caso de Rocha ganhou novos contornos, com seu depoimento na Fiscalía General de la República, onde firmou um acordo de delação premiada. Informações revelam que ele está sendo investigado como líder de uma rede de contrabando de combustível entre a Guatemala e o México.
As autoridades já emitiram mandados de prisão contra 13 pessoas, incluindo servidores públicos, enquanto a trama se desenrola e novas revelações podem surgir.



