A Ferrari fez uma sexta-feira promissora no GP da Hungria, destacando-se nas simulações de classificação e corrida. Lewis Hamilton e Charles Leclerc colocaram a equipe italiana em uma posição vantajosa no Hungaroring, embora uma forte rivalidade da Mercedes tenha se mostrado no ritmo de prova.
Nas simulações de classificação, a Red Bull se destacou como a adversária mais próxima, a 0s33 da Ferrari, seguida pela Mercedes, com 0s43, e a McLaren, a 0s70. O desempenho da Ferrari foi notável nas curvas lentas, onde superou a Mercedes por mais de seis décimos e a McLaren por cerca de 0s25. No entanto, a Red Bull levou vantagem nas seções de média velocidade.
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Fred Vasseur, chefe da Ferrari, ressalvou que, apesar do bom começo, o desempenho não garante a pole-position ou a vitória. “Não é na sexta-feira que você conquista a pole, muito menos vence a corrida”, alertou. Charles Leclerc também notou que as rivais tendem a melhorar entre as sessões, embora tenha se mostrado otimista com o desempenho da equipe até o momento.
A situação nas simulações de corrida revelou uma ligeira vantagem da Ferrari sobre a Mercedes, que ficou a apenas 0s07 por volta. Red Bull e McLaren vieram a seguir, com déficits de 0s48 e 0s53, respectivamente. A Mercedes enfrentou desafios em volta rápida, com Kimi Antonelli lidando com uma bandeira vermelha e problemas nos freios, mas apresentou um desempenho sólido nas sequências com maior carga de combustível.

A Aston Martin também teve melhorias com seu novo pacote de atualizações, embora ainda esteja distante, a 2s31 na classificação e 2s38 no ritmo de corrida. Fernando Alonso comentou que o carro está “mais grudado no chão e fácil de controlar”, mas reconheceu que ainda há espaço para mais performance.
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