Gabriel Bortoleto, piloto da Audi na Fórmula 1, fez uma análise sincera do desempenho da equipe no seu primeiro ano na categoria. Com apenas sete corridas na temporada de 2026, Bortoleto conseguiu garantir a nona posição na abertura em Melbourne, marcando os únicos pontos até o momento. Ele também ficou em 11º lugar em Mônaco e Barcelona, enquanto seu companheiro Nico Hülkenberg alcançou a mesma posição na China e no Japão.
Em sua reflexão sobre a trajetória da Audi na F1, Bortoleto destacou que, apesar do chassi ser competitivo, ainda há um longo caminho a percorrer no que diz respeito ao motor. Ele enfatizou que o carro pode ser considerado forte, mas não tem a performance necessária para brigar por vitórias. “Não temos um chassi campeão; se tivéssemos um motor excelente, estaríamos mais próximos das vitórias”, afirmou.
Além disso, Bortoleto reconheceu as limitações motoras da equipe. Ele destacou que, segundo o engenheiro Mattia Binotto, a equipe está perdendo mais de um segundo por volta devido à deficiência do motor, uma situação esperada para o primeiro ano com o novo motor. “Claro que o motor é o ponto onde temos mais a evoluir”, completou.

Bortoleto explicou que todos os desenvolvimentos estão sendo realizados internamente, com um time experiente que já trabalha há muitos anos com a Audi. Assim, o foco agora é em aprimorar a parte motriz do carro, pois é isso que poderá elevar o desempenho da equipe nas corridas futuras.
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