Governo prevê que os EUA podem seguir exemplo e adotar taxa contra trabalho forçado

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O governo brasileiro enfrenta incertezas em relação a novas tarifas que os Estados Unidos devem implementar em produtos brasileiros. A expectativa é de uma taxa adicional de 12,5%, que se soma ao imposto de 25% já anunciado. A confirmação deve vir na próxima sexta-feira, dia 24 de julho.

O Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, comentou sobre essa situação em uma coletiva, indicando que a expectativa é que a nova medida afete o comércio de forma abrangente. “Vamos saber se será cumulativa ou não. Se teremos 25% mais 12,5% ou se ocorrerá exclusão”, disse ele.

Essas tarifas são parte de uma investigação aberta em março, baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O propósito é combater práticas de trabalho forçado em cadeias produtivas não só no Brasil, mas em mais de 60 países. O Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) informou que os países que tomarem medidas eficazes para impedir a importação de produtos provenientes de trabalho forçado poderão ter taxas reduzidas.

Porém, a iminente nova taxa deve impactar cerca de 18% das exportações brasileiras para os Estados Unidos, segundo a projeção da pasta de Desenvolvimento. Isso representa um impacto de aproximadamente US$ 7,4 bilhões no comércio exterior em 2024. O ministro ainda assinalou que, com a aplicação dessas tarifas, a porcentagem poderá cair para 15% em 2025.

Com esses novos desafios, como você vê a situação das exportações brasileiras? Compartilhe suas opiniões e insights nos comentários! Vamos discutir juntos.

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